quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Escrevo numa manhã quente de novembro. Com o coração cheio de coisa, a cabeça a mil por hora e uma vontade louca de escrever tudo que eu tô sentindo aqui. Eu não sei, sinto que tem um enorme fardo nas minhas costas, um fardo da obrigação das coisas darem certo. Mas sei lá, de repente eu vejo que na vida nada tem a obrigação de dar certo! Algumas coisas simplesmente não dão pé. Todo mundo me chama de imatura, de ingenua, de indefesa. E eu fico aqui me pressionando pra crescer, para tentar olha pro mundo com ar superioridade. Eu só queria sair um pouquinho, ficar só no meu cantinho.